
Começa nesta sábado (28), a 28ª edição da Feira Internacional da Agropecuária da Bahia (Fenagro), que vai prosseguir até 6 de dezembro, sempre das 8h às 22h, no Parque de Exposições de Salvador. A abertura oficial do evento ocorre no domingo (29), às 15h, com a presença de autoridades e representantes de todos os segmentos da agropecuária baiana.
Maior evento agropecuário do Norte/Nordeste e uma das cinco maiores do País, a Fenagro é uma realização da Central das Exposições, representada pela Associação de Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia (Accoba).
O evento é promovido em parceria com o Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura (Seagri), que apresentará as novidades de 19 cadeias produtivas, além dos serviços do Centro Tecnológico da Agropecuária, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), que organiza a Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Febafes) na Fenagro.
A feira tem ainda o apoio do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil (BB) e Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia). A expectativa é que o evento movimente R$ 100 milhões em negócios, atraindo público superior a 100 mil pessoas.
Fazem parte da programação atrações culturais, festival gastronômico, espaço kids, salão internacional, feira da agricultura familiar, painéis e debates sobre o uso racional dos recursos hídricos, evento de adoção de cães e gatos, torneio leiteiro, provas desportivas, curso de formação e capacitação, entre outras.
O espaço destinado à adoções de animais neste ano contará com a organização da Rede de Mobilização pela Causa Animal de Lauro de Freitas - REMCA.
O evento será é importante para ampliar as chances de um lar de amor para os animais resgatados em situação de rua, abandono e maus tratos, e para difundir ideias para mudança da realidade social dos animais em Lauro de Freitas e no Estado, e de paradigmas em relação à inserção dos mesmos no contexto das cidades, com a Política Pública de Proteção Animal. Além de contatos com possíveis adotantes futuros, as quais se interessaram por animais, mesmo que não necessariamente para adotarem os animais, e recebimento de doações para protetores, e comercialização de produtos personalizados com a marca REMCA - Rede de Mobilização pela Causa Animal, para custeio de despesas com os animais abrigados, doentes e em situação de vulnerabilidade.
Por Ricardo Vieira
Fonte: Ascom/Secretaria da Agricultura (Seagri)
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